Arquivo de Julho, 2011

E agora para terminar este ciclo do ultimo ano televisivo olhemos para a tv britânica e o que de melhor nos tem dado na sua ficção. Um dos pontos a favor em relação ás séries americanas é que estas são todas curtas, normalmente oscilam entre os 4 e 8 episódios, pouco mais que isso é reservado a séries já com publico fidelizado. Mas quais são realmente as diferenças entre géneros? O facto de se condensar histórias em poucos episódios permite um maior tratamento, como a série é feita antes de estrear não há o efeito adverso das criticas e das audiências, é tudo feito ao sabor da liberdade criativa. As séries americanas duram tempo demais e acabam por se perder em alguns casos, dai que comece a ser claro o encurtamento de séries para metade, embora a razão seja monetária na maioria dos casos, ou por agenda limitada na grelha.

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Na realidade este não é bem o melhor da época, porque uma série cancelada é sempre uma perda enorme no panorama audiovisual, sobretudo se a série tiver uma qualidade acima da média ou mesmo que seja agradável de assistir por gosto pessoal. O grande problema são séries canceladas sem um final previsto, com ganchos e histórias que provavelmente nunca saberemos como iriam acabar. Passemos então em revista os principais e alguns difíceis cancelamentos deste ano.

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Cá estamos com muito tempo de atraso a fazer esta análise, mas prontos para fazer um pequeno tour pela melhor que se fez este ano de ficção em série. Foi um ano sem grandes surpresas nos canais nacionais americanos, nenhuma série se destacou de forma considerável a nível de audiências ou mesmo pela critica. Portanto todo o mérito este ano está concentrado no cabo e na tv britânica.

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