The Moodys Effect V – Vamos falar de qualquer coisa…

Posted: 2012/02/26 in Análises de Temporada, Crónicas, Moodys Effect, Séries Americanas, Séries Britânicas

Antes de mais feliz ano novo a quem nos acompanha e aos outros também, que são feios e não vão ler isto. A tarefa mais complica de se fazer uma cronica mensal é chegar ao dia em que se devia publicar e não ter a mínima ideia do que escrever, portanto vamos abandalhar isto e começar o ano com qualquer coisa… Sendo assim vamos fazer uma incursão parva pelo que se passou no meu pc, a nível de séries, não sejam obscenos nesses pensamentos. Jump!! (é aquele momento em que tenho de meter uma linha para vos obrigar a clicar no artigo e ler o resto…  e assim contar para as estatísticas.)

Janeiro foi o mês que nos revelou que a Showtime vai de um extremo ao outro, se por um lado é sempre bom ver a Emmy Rossum sem roupa, por outro ver um dos ‘Friends’ Matt LeBlanc a fazer de sí próprio em Episodes sem qualquer piada é uma chatice, portanto um ponto para os belos seios da Emmy.

Em Fevereiro percebi que  Skins já tinha dado tudo o que podia dar, um elenco e uma história de revirar os olhos, o que vale é que como são poucos episódios não chegamos a tempo de odiar aquele grupinho. Neste mês estreou Camelot, mas tal como Mr. Sunshine o potencial possível  foi pelo cano ao fim de meia dúzia de episódios.

Em Março não estreou nada de relevante, a não ser que achem que dissecar corpos seja interessante, então Body of Proof é a vossa cara… em Abril sim é que foi bom bom bom, Game of Thrones e The Killing duas das possíveis masterpieces deste ano. A fantasia adaptada da literatura e um revivalismo de Twin Peaks importado da Dinamarca.

O pior de cada ano é sempre Maio em que vai tudo pelo ar, cancelamentos à farta e Fringe que consegue a proeza de me irritar solenemente com aquele final sem lógica nenhuma… mas foi renovada. Já Brothers and Sisters teve o seu final, foi bom acabar assim, apesar de sentir que a série se estava a repetir, são poucas as séries que atingem aquele patamar de elevada qualidade de discussões familiares. V também teve o seu final sem conclusão, mas se há males que vêm por bem este foi um deles  e quem viu Homeland sabe porquê (neste momento as 3 ou 4 pessoas que leram isto acham que sou tarado.)

Em Junho começou a borga, ou melhor os Borgias e True Blood… qual deles conseguiu tirar-me o sono? Nenhum, mas os Borgias são uma família do catano, ou da catana, ai de quem lhes faça frente. True Blood virou uma porno vampirada em que metade da temporada é a Sookie e o Eric na cama… rabos ao leu parece ser a imagem de marca da série, mas o que é demais enjoa.

Pelo verão fora há sempre algumas séries novas sobretudo comédias que vão surgindo, entre elas destaca-se Wilfred, que é talvez a ideia mais parva para uma série, um tipo vestido de cão que é o subconsciente do seu vizinho. Alguém andou a mandar no ácidos, entre a piada e o drama fácil a série até parece resultar na sua insanidade… mas aquele final. Também começou por esta altura a ultima temporada de Entourage e se em tempos achava a série bastante positiva, o final foi um conjunto de remendos para um suposto filme, e sinceramente matou aquele hype hollywoodesco da série.

Ainda tivemos direito a ver o céu cair em Falling Skies, uma jornada que podia compensar a perda de V, mas Spielberg a fazer tv é o deus nos acuda, está certo que The Pacific é um exemplo à parte, mas isto foi uma banhada a lembrar A Guerra dos Mundos.

Setembro já trouxe a enxurrada de estreias e quanto a isso não vale a pena falar muito, leiam as crónicas anteriores se tiverem paciência. Outubro veio com Homeland e American Horror Story duas das potenciais melhores séries do ano e trouxe a desgraças de Dexter, Walking Dead… e Terra Nova (que afinal está localizada em Portugal… épico, mas geologicamente absurdo.) Lamentavelmente a série How to Make it in America foi cancelada, aquela que se tinha tornado um guilty pleasure em lugar de Entourage ficou assim pelo caminho… Em Novembro a pouco convincente Hell on Wheels,a hilariante Life’s too Short e a doce Once Upon a Time entaram por aqui. Em Dezembro desenterrei as séries britânicas, entre elas The Fades e Fresh Meat que até são agradáveis no sentido típico das series mais adolescentes e semi terror, e mais algumas que ainda estão por ver, portanto para falar delas vão ter de esperar mais um ano… não, é só um minuto: Hidden, The Hour, Black Mirror, Death in Paradise e Downton Abbey… ficam para um futura crónica algo mais elaborada.

2012 vai trazer algumas novidades, mas não deverá conseguir superar 2011, a destacar as estreias breves de House of Lies, Luck, Touch, Alcatraz, Smash… e muito mais regressos como Californication, Game of Thrones, Sherlock (que ao primeiro dia do ano já tem o titulo de série do ano… ).

 

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