Notas da Semana #2 Muitas novidades e Fringe

Posted: 2012/10/07 in Crónicas, Notas da Semana, Novidades
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Com o início da fall season chegam também uma grande quantidade de séries, algumas rapidamente perdemos o interesse outras ganham espaço enquanto duram. Como o mundo das série não se limita só ao que estreia no momento mas também ao que vai vendo que ficou para trás vou também incluir alguns pontos sobre o que vou vendo fora da grelha habitual.

Segunda parte das estreias da fall season. Ainda com muitos pilotos para apresentar:

How i met your mother 8.01 – Farhampton

Um regresso que apesar de ainda não estar confirmada como última temporada acaba por abrir portas para isso mesmo. Podia te sido melhor, faltou a comédia e o Ted é chato. De resto o episódio nós sabemos que não leva a lado nenhum, fica a questão se aquele final é mesmo o final.

Nota: 7.6

Partners 1.01 – Pilot

Mais uma comédia fraca, pelo menos o piloto não convenceu minimamente. Um gay e um hetero amigos de infância que têm a arquitectura em comum mas que não têm qualquer química entre eles e muito menos com os seus pares. Depois há um problema e a amizade acaba até se resolver de forma pouco interessante. É parvo apenas.

Nota: 5.4

Ben & Kate 1.01 – Pilot

Mais uma comédia familiar, desta vez um pouco mais engraçada, a relação entre os três protagonistas, irmão e irmão e a filha desta, resulta bem, tem um toque infantil e doce que certamente será agradável. Mas falta esperar por meia temporada para perceber se isto tem pernas para andar, porque no fundo a premissa é muito batida e se não vai mais longe rapidamente acaba esquecida.

Nota: 8.1

Mindy Project 1.01 – Pilot

Uma espécie de versão televisiva do Diário de Bridget Jones com gente feia e com uma história que em 20 minutos é capaz de gerar uns 10 bocejos. Muito confusa, pouco elaborada, uma protagonista sem carisma e o restante elenco não parece ter qualquer capacidade de gerar um sorriso. Foi desapontante pois tratava-se de uma das séries queridas da critica e pelos vistos a critica tem gostos estranhos como se suspeitava.

Nota: 4.7

Vegas 1.01 – Pilot

Para episódio de apresentação a série falha redondamente como cativador de publico.Consegue-se ver nela algum potencial e tem um bom elenco. Sofre de uma espécie de desinteresse para com a cidade onde se passa  acção ou seja a imagem idílica da cidade do pecado não existe nesta série, pelo menos no piloto. Vegas dos anos 60 era um refugio de toda a escumalha americana e nesta série isso parece resumir-se a apontar o dedo a um recém chegado barão da máfia. Até podia ir por aí e seria bom, mas a série é um procedural puro e portanto desvanece o interesse rapidamente apesar de ter um potencial nas suas mãos. É uma pena.

Nota: 7.9

The Neighbors 1.01 – Pilot

Isto de tão mau até merece ser visto. Vou me poupar nos detalhes da provável ideia mais estúpida do século para uma serie de sinal aberto. Só não leva zero porque no fim de contas até nos conseguimos rir de tão mau que isto é.

Nota: 2

Last Resort 1.01 – Pilot

As expectativas em relação a esta série eram algo mistas, por um lado era uma série menos comum e por outro lado corria o risco de ser um monte de clichés militares. Foi talvez o piloto que mais me surpreendeu mesmo não sendo perfeito e estarem lá os clichés habituais do drama familiar e do cala e obedece americano. Mas o piloto é um episódio que merece ser visto, começa pouco interessante mas depois entra rapidamente numa espiral de consequências e actos que vão mudar a vida das personagens. Há claro algumas falhas típicas de um piloto, mas a história está lá, pena que provavelmente não irá durar tempo suficiente para podermos ver o final da história. Pelo menos esta eu quero ver até onde ela se aguentar.

Nota: 8.6

Elementary 1.01 – Pilot

A reinvenção de Sherlock para a América. Um procedural que até podia sair das linhas habituais do canal, mas peca pela pouca criatividade do caso, sobretudo sendo este um piloto. Os dois protagonistas até funcionam bem, o tom mais negro e depressivo de Sherlock marca a diferença em relação à versão inglesa mas falta-lhe mais daquela magia do personagem das pequenas coisas e das deduções lógicas. Aqui tudo pareceu demasiado artificial e usaram mais uma vez o típico momento em que tudo ficou claro para toda a gente vindo do nada. Mas no género é um piloto até aceitável e para quem gosta de procedurals é claramente melhor do que muita coisa que anda pela CBS. Talvez até seja mesmo a única coisa nova a funcionar no canal.

Nota: 8.4

Made in Jersey 1.01 – Pilot

Mais uma série ao género das muitas séries de casos legais que já passaram pela tv. Nada de novo, uma advogada que praticamente faz o trabalho de detective todo e que num momento de inspiração diz algo que a faz ser promovida (como se isto tivesse algum toque de realidade). O caso não sendo mal montado mais uma vez vive dos momentos ‘eureka’ da personagem. Até podia ser algo interessante se não houvesse no canal outra série legal de seu nome ‘The Good Wife’ ora esta claramente não lhe chega aos calcanhares e se uma já não tem audiências muito elevadas esta Made in Jersey está condenada ao fracasso. Más opções da CBS claramente.

Nota: 6.5

Fringe 5.01 – Transilence Unifier Mode 11

Maravilhoso mundo novo habitado e destruído pelos Observers. Houve um salto temporal e a série deixa tudo para trás e entra na recta final. Até aqui tudo bem, mas passado tanto tempo a posição das personagens mudou, agora já não são agentes já não investigam casos estão apenas perdidos num mundo que querem recuperar para si das mãos dos invasores. A série parece focar-se mais na nova personagem Etta, a filha de Olivia e Peter. É ela que domina a acção é ela que se torna o centro da busca pela esperança. Um episódio recheado de algumas excelentes cenas como o momento final de Walter, mas também de algum dramatismo durante a sua tortura. Mas sabe a pouco, a nós que seguimos quatro anos a série é um sentimento de que tudo o que foi vivido até aqui não tem qualquer relevância e por isso esta não é Fringe que conhecemos, podem chegar ao fim e vencer a guerra, mas ficará sempre o sentimento que algo se perdeu no caminho. Mas Fringe nunca foi consensual e não ia ser agora que o iria fazer.

Nota: 8.5

Esta foi a segunda semana de estreias e portanto na próxima semana poucas destas séries merecerão a minha atenção e poderei assim estender um pouco mais as análises ás séries que merecem. Até breve.

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