Archive for the ‘Análises de Temporada’ Category

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Chegamos assim à última parte desta rubrica de revista do ano de 2013 em séries, sem nenhuma ordem de preferência aqui se fecham os destaque do ano que passou com algumas das estreias mais recentes. Vão notar certamente ausências óbvias resultado de não ter ainda visto as temporadas actuais ou simplesmente não seguir a série, o que não invalida que não haja melhores propostas do que estas por aí.

41. Crazy Ones T1

A nova comédia de David  E. Kelley (responsável pro Ally Mcbeal e Boston Legal) traz-nos desta vez uma sitcom no mundo da publicidade. Liderada por Robin Williams, que regressa assim à tv, e Sarah Michelle Gellar uma comédia cheia de loucura muito ao género do que o actor protagonista já nos oferecia no cinema. Contudo sente-se que a série não tem muito espaço para evoluir e se alguns episódios iniciais têm imensa graça a tendência é que se sinta um pouco a repetição com o passar do tempo. As participações especiais no entanto foram uma excelente aditivo, entre elas Kelly Clarkson e Adriana Lima.

42. Brooklyn 9-9 T1

Uma das comédias da fall season que se tem destacado na Fox e até já teve direito a nomeações nos globos de ouro. É sem dúvida uma série pouco habitual focando-se numa esquadra com polícias muito peculiares e com personagens algo estereotipadas.  A comédia é bem servida e o elenco funciona bem nas suas múltiplas características. Esta tem sido para mim a melhor nova comédia da temporada e acredito que se tiver chance vai ficar muito melhor.

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Segue a quarta parte desta rubrica de revisão do ano de 2013. Sirvam-se à vontade com algumas das melhores séries do ano, sem ordem de preferência.

31 .Community T4

A primeira temporada sem Dan Harmon mostrou-se algo fraca, mas não foi de todo uma má temporada. As ideias feitas ao longo da série já tinham raízes e foi uma questão de ir resgatando e moldando. Claro que se sentiu a falta do autor mas episódios ao género muppets ou a timeline alternativa foram bem conseguidos e que mostram a variedade infinita de possibilidades da série.  É daquelas comédias que nunca me irei fartar de rever mesmo que digam que esta foi a temporada para esquecer.

32. Orange is the new Black T1

A última grande novidade do Netflix chegou com o verão. Da autoria de Jenji Kohan, a mesma de Weeds, a série mostra-nos uma versão leve e quase cómica do interior de uma prisão feminina. O grande ganho desta série é a quantidade de personagens fascinantes e o facto de podermos conhecer a cada episódio um pouco delas e da sua história. Mais do que a protagonista esta é uma série sobre mulheres e a sua condição e tudo o que as levou ali. É uma comédia a roçar o drama e não é tão exagerada como muitas vezes se dá a entender.

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Continuamos com mais 10 séries que marcaram o ano de 2013.  Neste lote algumas séries que regressaram refrescadas e outras que terminaram a sua caminhada. Esta listagem não é um top de preferências.

21. Arrested Development T4

Vários anos após o cancelamento na Fox o Netflix, numa jogada quase inédita, resgatou a série e conseguiu a proeza de trazer todo o elenco regular para uma temporada de novas aventuras. E que regresso, com uma estrutura um pouco diferente contando uma história de vários pontos de vista, ou seja cada episódio focado numa personagem, o humor que tanto a caracterizou não sofreu grande dano e é uma deliciosa aventura para quem durante anos esperava por um filme ou um final mais digno. Apesar de tudo o final da temporada soube a pouco e fica a ideia de que tem de haver mais… será? Nada foi ainda confirmado.

22. The Killing T3

Depois de duas temporadas e um cancelamento pela AMC a série renasceu das cinzas e mais uma vez com uma ajuda daquele que é o grande destaque do ano, o Netflix, tivemos direito juntar peças sobre o passado da protagonista. Apesar da história ser mais contida e mais pessoal não deixou de ser uma excelente temporada com elementos que tão bem caracterizam a atmosfera desta adaptação dinamarquesa. Mas logo veio o cancelamento… e novamente a série foi resgatada agora apenas para mais 6 episódios pelo Netflix. É uma série que recomendo ver desde início e que é um exemplo da qualidade das ideias que vêm da Europa.

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hannibal

Continuamos a saga pela revisão das séries deste ano de 2013 que agora finda. A lista não é uma ordem de preferência é uma curta análise das séries do ano.  Mais algumas séries novas, alguns finais e também surpresas:

11. Vikings T1

O History Channel costuma ser na sua essência um canal de documentários embora esporadicamente tenha apostado em algumas ficções documentais. Vikings não foge da linha documental embora seja uma ficção em toda o seu percurso, mas foi o primeiro passo para que o género tenha ganho novas dimensões no canal. A história do herói Viking Ragnar e as suas conquistas num excelente trabalho visual e de reconstrução de época. Uma das surpresas do ano e que abriu portas a mais canais na génese documental apostem na ficção como irá acontecer em 2014. A série terá em breve uma segunda temporada.

12.  In the Flesh T1

Os ingleses gostam muito de desmontar os clichés de alguns géneros e In the Flesh voltou a mostrar que a criatividade ainda existe mesmo com temas altamente batidos como os mortos vivos. A história inversa dos mortos vivos ou seja depois de uma espécie de apocalipse zombie estes começam a ser curados e a regressar à vida normal e às suas famílias. Uma história de preconceitos e de amizade num mundo que se perdeu na noção entre morte e vida.  Foi renovada para segunda temporada.

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Com o final do ano começamos a olhar para trás para perceber o que fizemos de bom e de mau, o que podia ter sido melhor e o que ganhamos com o tempo que passou. No mundo das séries é igual, um ano gera imensas histórias muitos continuam outras acabam e outras ninguém se lembrará mais e este foi um relativamente produtivo com significativas mudanças no panorama televisivo. Esta rubrica limitada vai-nos levar numa pequena viagem no tempo para relembrar as séries que este ano se destacaram. Como é natural esta é a minha visão e certamente irão notar ausências significativas o que quer dizer que ou ainda não tive tempo de ver a temporada actual ou simplesmente não sigo a série. São 50 séries divididas em 5 capítulos, sem nenhuma ordem de preferência.

1. Banshee T1

Com o selo de Alan Ball ( True Blood) esta série foca-se na história de um ex condenado que ao matar o novo sheriff da pequena localidade que dá nome à série se aproveita desse facto para se passar pelo mesmo e assim fazer justiça à sua maneira, mas as suas intenções são moldadas com sombra do seu passado. É uma série cheia de acção e sexo qb. Não é das tramas mais originais até porque as semelhanças com Justified são algo gritantes mas tem o tom certo e as personagens conseguem ser bastante interessantes pela sua dualidade.

2. Shameless T3

A terceira temporada estreada no inicio do ano deixou um pouco a desejar relativamente ás anteriores mas este parece ser um ano de massacre de protagonistas e a mudança efectuada a custo pode de alguma forma ter salvo a série. As histórias continuam em torno das mesmas questões, dinheiro, álcool e sexo. Fiona a tentar safar a família de problemas, os irmãos e o pai a criarem ainda mais. É  uma série que vale a pena seguir pela insanidade das personagens  e por mostrar um universo menos bonito das cidades americanas. De destacar a presença do português Pepe Rapazote que foi lá deixar a sua marca.

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The Following

The Following foi um dos projectos da FOX da temporada 2013/14 que mais chamou a atenção nos pilotos, sobretudo por ter no seu elenco Kevin Bacon que vinha directamente do cinema e James Purefoy um actor com provas dadas em diversas séries americanas, onde se inclui Rome.

A grande premissa da série baseada num serial killer e um culto à sua volta podia de alguma forma nos levar ao universo de Silêncio dos Inocentes e foi talvez essa expectativa e também o facto de a Fox ter um historial de algum arrojo em séries fora da caixa que talvez tenha despertado tanta curiosidade. A série teve um pequeno percalço que até acabou por ser uma mais valia, o facto de Kevin Bacon não querer estar preso à série o ano todo, o que implicou que a temporada fosse de apenas 15 episódios e a sua estreia colocada em Janeiro. O que não é problema para o canal visto essa estratégia ter funcionado durante longos anos com 24.

Mas o que fez diferente The Following para ter sido um sucesso relativo? Até que ponto uma série deste género consegue passar entre a tão feroz censura critica americana? É isso que vamos tentar perceber nos próximos parágrafos. (com spoillers)

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2012

Este tem sido um ano complicado a vários níveis, seja pessoal ou mesmo em termos gerais, de facto as coisas mudam tão rapidamente que por vezes nem damos por elas, ou só nos apercebemos quando tudo acaba. Mas não vale a pena  lamentar a nossa sorte, melhores dias virão. O que me traz hoje aqui é uma pequena retrospectiva sobre o ano que passou. Com algumas estreias relativamente marcantes, séries que terminaram e um futuro pouco promissor.

Mas antes disso quero agradecer o facto de ter sido nomeados nos TCN Blog Awards por um dos textos publicados nesta crónica mensal. Não ganhei, nem esperava, mas ver algo que escrevi levar algum reconhecimento é sem dúvida um orgulho, e portanto tenho de agradecer sobretudo ao Guerra por me ter convidado para fazer parte deste projecto.

E agora vamos olhar para alguns momentos marcantes, sem grandes descrições mas que de alguma forma foram deixando as suas marcas nas várias séries do ano que agora está a terminar.

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