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Chegamos ao mês de Março onde começa a primavera das séries, depois da fall season geralmente Março (e Abril) é o mês de arranque de muitas séries de cabo e as apostas secundárias das network americanas. Com alguns regressos significativos como Bates Motel T2, Suits T3/2 , DaVinci Demons T2, Drop Dead Diva T6 e Continuum T3. Mas como tem sido habitual vamos dar destaque aos novos lançamentos do mês onde há muita variedade mas o foco continua a ser a ficção cientifica e as comédias:

Já estreada : Those Who Kill – A&E

dia 6:  Saint George – FX

Dia 6 : Sirens – USA

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Com o final do ano começamos a olhar para trás para perceber o que fizemos de bom e de mau, o que podia ter sido melhor e o que ganhamos com o tempo que passou. No mundo das séries é igual, um ano gera imensas histórias muitos continuam outras acabam e outras ninguém se lembrará mais e este foi um relativamente produtivo com significativas mudanças no panorama televisivo. Esta rubrica limitada vai-nos levar numa pequena viagem no tempo para relembrar as séries que este ano se destacaram. Como é natural esta é a minha visão e certamente irão notar ausências significativas o que quer dizer que ou ainda não tive tempo de ver a temporada actual ou simplesmente não sigo a série. São 50 séries divididas em 5 capítulos, sem nenhuma ordem de preferência.

1. Banshee T1

Com o selo de Alan Ball ( True Blood) esta série foca-se na história de um ex condenado que ao matar o novo sheriff da pequena localidade que dá nome à série se aproveita desse facto para se passar pelo mesmo e assim fazer justiça à sua maneira, mas as suas intenções são moldadas com sombra do seu passado. É uma série cheia de acção e sexo qb. Não é das tramas mais originais até porque as semelhanças com Justified são algo gritantes mas tem o tom certo e as personagens conseguem ser bastante interessantes pela sua dualidade.

2. Shameless T3

A terceira temporada estreada no inicio do ano deixou um pouco a desejar relativamente ás anteriores mas este parece ser um ano de massacre de protagonistas e a mudança efectuada a custo pode de alguma forma ter salvo a série. As histórias continuam em torno das mesmas questões, dinheiro, álcool e sexo. Fiona a tentar safar a família de problemas, os irmãos e o pai a criarem ainda mais. É  uma série que vale a pena seguir pela insanidade das personagens  e por mostrar um universo menos bonito das cidades americanas. De destacar a presença do português Pepe Rapazote que foi lá deixar a sua marca.

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O verão é tendencialmente a época do ano que eu mais gosto em relação ás séries, ao contrário da fall season que é altamente cansativa para perceber o que é bom ou mau das quantidades industriais de séries que estreiam ou regressam. Nesta época ficamos mais à vontade há menos séries e é possível ir buscar o que ficou atrasado. Depois há a vantagem das temporadas serem mais curtas e a qualidade da maioria das séries não desilude.
Vou fazer uma breve ronda pelo que tenho visto nestes últimos tempos, não são necessariamente as séries que estrearam no verão mas sim as que eu tenho visto agora,  que serve também de sugestão para quem não sabe o que ver. Naturalmente a maioria das sugestões são do cabo como seria de esperar mas este ano os canais abertos até apostaram um pouco mais do que o habitual embora a qualidade comparativamente ao cabo seja de lamentar. A seguir ao salto.

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