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O mês de Maio é geralmente reservado para o final da época regular da ficção americana e por isso o número de estreias é muito reduzido e por essa razão este post será assim também. Fiquem com os destaques deste mês:

 

Dia 5: 24  Live Another Day – Fox

 

Dia 12 : O Tempo Entre Costuras – TVI

 

 

Dia 11: Rosemary’s Baby – NBC

 

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cosmos

Chegamos ao mês de Março onde começa a primavera das séries, depois da fall season geralmente Março (e Abril) é o mês de arranque de muitas séries de cabo e as apostas secundárias das network americanas. Com alguns regressos significativos como Bates Motel T2, Suits T3/2 , DaVinci Demons T2, Drop Dead Diva T6 e Continuum T3. Mas como tem sido habitual vamos dar destaque aos novos lançamentos do mês onde há muita variedade mas o foco continua a ser a ficção cientifica e as comédias:

Já estreada : Those Who Kill – A&E

dia 6:  Saint George – FX

Dia 6 : Sirens – USA

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Janeiro é conhecido como o inicio da Mid Season e portanto é habitual surgir um número relativo de novas séries nesta altura, além das estreias há também muitos regressos sobretudo no cabo, é o caso de Shameless e House of Lies na Showtime e Girls na HBO. Outros regressos a destacar são novas temporadas de Being Human, Archer, Cougar TownJustified e Banshee no cabo. Nas redes nacionais americanas surgem algumas apostas para preencher espaço de séries em pausa ou canceladas como é o caso de Community, Suburgatory e The Following. Em Inglaterra teremos novas temporadas de Top Gear e Call the Midwife.

Mas esta rubrica pretende destacar o que vai estrear de novo e aqui ficam vídeos das séries que irão ser lançadas até final deste mês, com géneros para todos os gostos desde o terror passando pelo suspense, procedurals, aventura, acção e comédia.

Dia 2: The Assets – ABC 

Dia 7: Killer Women – ABC

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Chegamos assim à última parte desta rubrica de revista do ano de 2013 em séries, sem nenhuma ordem de preferência aqui se fecham os destaque do ano que passou com algumas das estreias mais recentes. Vão notar certamente ausências óbvias resultado de não ter ainda visto as temporadas actuais ou simplesmente não seguir a série, o que não invalida que não haja melhores propostas do que estas por aí.

41. Crazy Ones T1

A nova comédia de David  E. Kelley (responsável pro Ally Mcbeal e Boston Legal) traz-nos desta vez uma sitcom no mundo da publicidade. Liderada por Robin Williams, que regressa assim à tv, e Sarah Michelle Gellar uma comédia cheia de loucura muito ao género do que o actor protagonista já nos oferecia no cinema. Contudo sente-se que a série não tem muito espaço para evoluir e se alguns episódios iniciais têm imensa graça a tendência é que se sinta um pouco a repetição com o passar do tempo. As participações especiais no entanto foram uma excelente aditivo, entre elas Kelly Clarkson e Adriana Lima.

42. Brooklyn 9-9 T1

Uma das comédias da fall season que se tem destacado na Fox e até já teve direito a nomeações nos globos de ouro. É sem dúvida uma série pouco habitual focando-se numa esquadra com polícias muito peculiares e com personagens algo estereotipadas.  A comédia é bem servida e o elenco funciona bem nas suas múltiplas características. Esta tem sido para mim a melhor nova comédia da temporada e acredito que se tiver chance vai ficar muito melhor.

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Segue a quarta parte desta rubrica de revisão do ano de 2013. Sirvam-se à vontade com algumas das melhores séries do ano, sem ordem de preferência.

31 .Community T4

A primeira temporada sem Dan Harmon mostrou-se algo fraca, mas não foi de todo uma má temporada. As ideias feitas ao longo da série já tinham raízes e foi uma questão de ir resgatando e moldando. Claro que se sentiu a falta do autor mas episódios ao género muppets ou a timeline alternativa foram bem conseguidos e que mostram a variedade infinita de possibilidades da série.  É daquelas comédias que nunca me irei fartar de rever mesmo que digam que esta foi a temporada para esquecer.

32. Orange is the new Black T1

A última grande novidade do Netflix chegou com o verão. Da autoria de Jenji Kohan, a mesma de Weeds, a série mostra-nos uma versão leve e quase cómica do interior de uma prisão feminina. O grande ganho desta série é a quantidade de personagens fascinantes e o facto de podermos conhecer a cada episódio um pouco delas e da sua história. Mais do que a protagonista esta é uma série sobre mulheres e a sua condição e tudo o que as levou ali. É uma comédia a roçar o drama e não é tão exagerada como muitas vezes se dá a entender.

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Com o final do ano começamos a olhar para trás para perceber o que fizemos de bom e de mau, o que podia ter sido melhor e o que ganhamos com o tempo que passou. No mundo das séries é igual, um ano gera imensas histórias muitos continuam outras acabam e outras ninguém se lembrará mais e este foi um relativamente produtivo com significativas mudanças no panorama televisivo. Esta rubrica limitada vai-nos levar numa pequena viagem no tempo para relembrar as séries que este ano se destacaram. Como é natural esta é a minha visão e certamente irão notar ausências significativas o que quer dizer que ou ainda não tive tempo de ver a temporada actual ou simplesmente não sigo a série. São 50 séries divididas em 5 capítulos, sem nenhuma ordem de preferência.

1. Banshee T1

Com o selo de Alan Ball ( True Blood) esta série foca-se na história de um ex condenado que ao matar o novo sheriff da pequena localidade que dá nome à série se aproveita desse facto para se passar pelo mesmo e assim fazer justiça à sua maneira, mas as suas intenções são moldadas com sombra do seu passado. É uma série cheia de acção e sexo qb. Não é das tramas mais originais até porque as semelhanças com Justified são algo gritantes mas tem o tom certo e as personagens conseguem ser bastante interessantes pela sua dualidade.

2. Shameless T3

A terceira temporada estreada no inicio do ano deixou um pouco a desejar relativamente ás anteriores mas este parece ser um ano de massacre de protagonistas e a mudança efectuada a custo pode de alguma forma ter salvo a série. As histórias continuam em torno das mesmas questões, dinheiro, álcool e sexo. Fiona a tentar safar a família de problemas, os irmãos e o pai a criarem ainda mais. É  uma série que vale a pena seguir pela insanidade das personagens  e por mostrar um universo menos bonito das cidades americanas. De destacar a presença do português Pepe Rapazote que foi lá deixar a sua marca.

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sleepy-hollow-bannerA primeira dose das novas séries de drama americanas não é muito motivadora para prever o que vai ser esta temporada, há mudanças significativas na forma de apresentar as séries mas será isso suficiente para criar sucessos? Uma das medidas adoptadas este ano para evitar a crescente critica das ‘pausas’ são as chamadas séries de duração limitada. Ou seja em vez dos habituais 22 episódios (caso a série funcione) vão optar por temporadas de 13 ou 15 evitando assim parar a exibição e também ter histórias com uma estrutura de principio meio e fim sem estar tão preso à dúvida da continuidade da mesma. Por um lado é bom porque sabemos à partida que a série tem uma estrutura definida mas corre o risco de perante uma renovação ficar esvaziada de ideias. Mas se no cabo resulta porque não aqui?

As primeiras quatro apostas da temporada já por aí andam, entre a fantasia e as grandes intrigas parece que a primeira está a ganhar pontos, seja pelas primeiras audiências seja pelas criticas positivas. Segue-se as breves análises aos primeiros pilotos de drama:

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