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Segue a quarta parte desta rubrica de revisão do ano de 2013. Sirvam-se à vontade com algumas das melhores séries do ano, sem ordem de preferência.

31 .Community T4

A primeira temporada sem Dan Harmon mostrou-se algo fraca, mas não foi de todo uma má temporada. As ideias feitas ao longo da série já tinham raízes e foi uma questão de ir resgatando e moldando. Claro que se sentiu a falta do autor mas episódios ao género muppets ou a timeline alternativa foram bem conseguidos e que mostram a variedade infinita de possibilidades da série.  É daquelas comédias que nunca me irei fartar de rever mesmo que digam que esta foi a temporada para esquecer.

32. Orange is the new Black T1

A última grande novidade do Netflix chegou com o verão. Da autoria de Jenji Kohan, a mesma de Weeds, a série mostra-nos uma versão leve e quase cómica do interior de uma prisão feminina. O grande ganho desta série é a quantidade de personagens fascinantes e o facto de podermos conhecer a cada episódio um pouco delas e da sua história. Mais do que a protagonista esta é uma série sobre mulheres e a sua condição e tudo o que as levou ali. É uma comédia a roçar o drama e não é tão exagerada como muitas vezes se dá a entender.

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Continuamos com mais 10 séries que marcaram o ano de 2013.  Neste lote algumas séries que regressaram refrescadas e outras que terminaram a sua caminhada. Esta listagem não é um top de preferências.

21. Arrested Development T4

Vários anos após o cancelamento na Fox o Netflix, numa jogada quase inédita, resgatou a série e conseguiu a proeza de trazer todo o elenco regular para uma temporada de novas aventuras. E que regresso, com uma estrutura um pouco diferente contando uma história de vários pontos de vista, ou seja cada episódio focado numa personagem, o humor que tanto a caracterizou não sofreu grande dano e é uma deliciosa aventura para quem durante anos esperava por um filme ou um final mais digno. Apesar de tudo o final da temporada soube a pouco e fica a ideia de que tem de haver mais… será? Nada foi ainda confirmado.

22. The Killing T3

Depois de duas temporadas e um cancelamento pela AMC a série renasceu das cinzas e mais uma vez com uma ajuda daquele que é o grande destaque do ano, o Netflix, tivemos direito juntar peças sobre o passado da protagonista. Apesar da história ser mais contida e mais pessoal não deixou de ser uma excelente temporada com elementos que tão bem caracterizam a atmosfera desta adaptação dinamarquesa. Mas logo veio o cancelamento… e novamente a série foi resgatada agora apenas para mais 6 episódios pelo Netflix. É uma série que recomendo ver desde início e que é um exemplo da qualidade das ideias que vêm da Europa.

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hannibal

Continuamos a saga pela revisão das séries deste ano de 2013 que agora finda. A lista não é uma ordem de preferência é uma curta análise das séries do ano.  Mais algumas séries novas, alguns finais e também surpresas:

11. Vikings T1

O History Channel costuma ser na sua essência um canal de documentários embora esporadicamente tenha apostado em algumas ficções documentais. Vikings não foge da linha documental embora seja uma ficção em toda o seu percurso, mas foi o primeiro passo para que o género tenha ganho novas dimensões no canal. A história do herói Viking Ragnar e as suas conquistas num excelente trabalho visual e de reconstrução de época. Uma das surpresas do ano e que abriu portas a mais canais na génese documental apostem na ficção como irá acontecer em 2014. A série terá em breve uma segunda temporada.

12.  In the Flesh T1

Os ingleses gostam muito de desmontar os clichés de alguns géneros e In the Flesh voltou a mostrar que a criatividade ainda existe mesmo com temas altamente batidos como os mortos vivos. A história inversa dos mortos vivos ou seja depois de uma espécie de apocalipse zombie estes começam a ser curados e a regressar à vida normal e às suas famílias. Uma história de preconceitos e de amizade num mundo que se perdeu na noção entre morte e vida.  Foi renovada para segunda temporada.

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Com o final do ano começamos a olhar para trás para perceber o que fizemos de bom e de mau, o que podia ter sido melhor e o que ganhamos com o tempo que passou. No mundo das séries é igual, um ano gera imensas histórias muitos continuam outras acabam e outras ninguém se lembrará mais e este foi um relativamente produtivo com significativas mudanças no panorama televisivo. Esta rubrica limitada vai-nos levar numa pequena viagem no tempo para relembrar as séries que este ano se destacaram. Como é natural esta é a minha visão e certamente irão notar ausências significativas o que quer dizer que ou ainda não tive tempo de ver a temporada actual ou simplesmente não sigo a série. São 50 séries divididas em 5 capítulos, sem nenhuma ordem de preferência.

1. Banshee T1

Com o selo de Alan Ball ( True Blood) esta série foca-se na história de um ex condenado que ao matar o novo sheriff da pequena localidade que dá nome à série se aproveita desse facto para se passar pelo mesmo e assim fazer justiça à sua maneira, mas as suas intenções são moldadas com sombra do seu passado. É uma série cheia de acção e sexo qb. Não é das tramas mais originais até porque as semelhanças com Justified são algo gritantes mas tem o tom certo e as personagens conseguem ser bastante interessantes pela sua dualidade.

2. Shameless T3

A terceira temporada estreada no inicio do ano deixou um pouco a desejar relativamente ás anteriores mas este parece ser um ano de massacre de protagonistas e a mudança efectuada a custo pode de alguma forma ter salvo a série. As histórias continuam em torno das mesmas questões, dinheiro, álcool e sexo. Fiona a tentar safar a família de problemas, os irmãos e o pai a criarem ainda mais. É  uma série que vale a pena seguir pela insanidade das personagens  e por mostrar um universo menos bonito das cidades americanas. De destacar a presença do português Pepe Rapazote que foi lá deixar a sua marca.

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O verão é tendencialmente a época do ano que eu mais gosto em relação ás séries, ao contrário da fall season que é altamente cansativa para perceber o que é bom ou mau das quantidades industriais de séries que estreiam ou regressam. Nesta época ficamos mais à vontade há menos séries e é possível ir buscar o que ficou atrasado. Depois há a vantagem das temporadas serem mais curtas e a qualidade da maioria das séries não desilude.
Vou fazer uma breve ronda pelo que tenho visto nestes últimos tempos, não são necessariamente as séries que estrearam no verão mas sim as que eu tenho visto agora,  que serve também de sugestão para quem não sabe o que ver. Naturalmente a maioria das sugestões são do cabo como seria de esperar mas este ano os canais abertos até apostaram um pouco mais do que o habitual embora a qualidade comparativamente ao cabo seja de lamentar. A seguir ao salto.

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